Arquivo do mês: fevereiro 2008

Bonde é legal

Bonde é um meio de transporte que parece não estar na pauta das autoridades municipais paulistanas. Não sei porque. Bonde é legal. Basta ver as cidades européias que possuem uma rede de bondes. Bonito, eficiente, moderno…

strasbourg-tram.jpg
Não tem jeito: a única solução para o trânsito paulistano é reduzir drasticamente o número de carros circulando por aí. Isso pode ser feito de duas formas: a primeira é fazer com que pelo menos 50% da população usuária de carro vá morar em outra cidade. A médio e longo prazo isso seria uma ótima: uma cidade com tantos habitantes como São Paulo tende a ser caótica, difícil de gerenciar.

A segunda solução é oferecer muito mais transporte público, e oferecer vantagens para que as pessoas deixem de usar transporte individual e passem a utilizar transporte coletivo. E eu acho que bonde é uma solução muito interessante, para complementar a malha de metrôs e ônibus da cidade.

Em relação ao metrô, o bonde tem a vantagem de ser bem mais simples de ser implementado. Não existe a necessidade de fazer buracos gigantescos. Além do mais, a cidade ja possui um monte de corredores para ônibus e avenidas largas com canteiros centrais que poderiam ser aproveitados. Sem contar com toda a infaestrutura elétrica não enterrada. Em relação ao ônibus, o bonde tem a vantagem de ser muito mais silencioso, não poluir (a cidade agradece), ser mais seguro e poder transportar mais passageiros .

Encontrei na web uma imagem interessante que ilustra bem o benefício do uso de meios de transporte coletivos para a ocupação das ruas de uma cidade:

Interessante não?

E gostaria de aproveitar o texto para parabenizar o projeto do Metrô de construir estacionamentos perto das estações e oferecer descontos para os usuários deixarem os carros e usarem o trem.

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Sobre Tropa de Elite, por Soninha

Apenas um link sobre o filme Tropa de Elite do excelente blog da Soninha, do qual sou leitor assíduo.

Projetos

Alguém me disse uma vez que a vida é triste quando não se tem projetos/planos/sonhos. Sejam eles a curto ou a longo prazo. Concordo. Mas faço uma ressalva: deve ser mais triste ainda não concretizar nenhum dos seus planos. Viver só na utopia deve ser frustrante.

Eu já realizei vários sonhos, e ainda tenho muitos pela frente.

Dentre eles, existem dois que vira e mexe voltam na minha cabeça: montar uma banda de blues e aprender a pilotar avião.

O primeiro em teoria deveria ser simples, sobretudo na minha época de estudante universitário. Mas nunca consegui montar a tal banda, provavelmente por incompetência.  A única vez que eu cheguei perto disso, não rolou feeling/empatia com os outros supostos membros. Mas quem sabe algum dia. Alguém aí curte blues/rock e tem vontade de montar uma banda e precisa de um guitarrista? Entre em contato please.

O segundo é aprender a pilotar. Até a pouco tempo atrás eu não teria dinheiro pra isso. Hoje eu até consigo pensar neste projeto como um projeto viável. Caro, muito caro, mas viável. Está maturando na minha cabeça. Estava de lado, mas em breve irei trabalhar com controle aéreo e o projeto voltou a martelar.

Filmes da semana

Meu nome não é Johnny, filme brasileiro com Selton Mello. Conta a história real de um rapaz de classe média abastada que curtia uma festa e uma vida boa, e que de baseado em baseado se tornou um dos maiores traficantes de drogas do rio, sempre torrando tudo o que ganhava em mais festas e sem mexer em armas. Vale pela ótima atuação do Selton Mello.

Onde os fracos não tem vez (No Country for Old Men), com Tommy Lee Jones, Javier Barden e Woody Harrelson. Gostei bastante. Uma espécie de Western moderno, relatando uma caçada à uma mala cheia de dólares.

Desejo e Reparação. Triste, as vezes meio psicodélico, mas vale a pena ver.

Becapear é necessário

Steve Jobs tinha razão: o computador se tornou o hub digital para convergência de mídias. Vídeo, áudio, fotos, textos. Cada vez mais os computadores pessoais contém dados importantíssimos, de alto valor sentimental.

Mas todos sabemos que HDs quebram. Se o seu não quebrou ainda, vai quebrar mais cedo ou mais tarde. E extrair dados de um HD quebrado é uma operação custosa. A única forma de garantir a sobrevivência dos dados é ter backup dos arquivos em outros lugares.

O suporte mais clássico de backup é o bom e velho DVD, ou CD caso você ainda não possua um gravador de DVD. Conheço gente que tem pilhas e pilhas de DVDs com arquivos pessoais. Confesso que eu nunca tive a disciplina necessária para isso. Na minha vida toda, eu devo ter feito backup consistente dos meus dados desta forma apenas uma vez.

Redundância de HDs é uma solução prática. Instale dois HDs na sua máquina, configure um sistema de backup automático de um disco no outro, ou então um sistema RAID, e pronto. Mas esta solução ainda não resolve meu problema, pois hoje tenho um laptop…

A solução no meu caso foi encontrar um bom sistema online de backup de dados. Depois de muito procurar, achei o Mozy. O que me chamou a atenção inicialmente foi o fato de ser um dos poucos a oferecer cliente mac decente. Gostei também de ter um preço bem acessível (5 dólares/mês) e uma versão gratuíta com 2GB de espaço.

O sistema é simples: baixe o programa deles, defina pastas ou conjunto de arquivos a serem enviados (por exemplo, todos os arquivos .doc da sua máquina). O mozy irá enviar todos os arquivos para lá e ficará atualizando automaticamente os arquivos. A primeira carga pode ser demorada, dependendo da sua rede e da quantidade de dados a serem enviados (no meu caso, demorou duas semanas), mas depois o sistema apenas manda os arquivos e pastas modificados.

Eu amanhã

Careca, upload feito originalmente por adantas.

Retrato que eu tirei de um amigo no café Suplicy, no Itaim